quinta-feira, 3 de julho de 2014





Reflexão do texto “Modelo dos Modelos”


Refletindo sobre o texto, o Senhor Palomar nos deixa transparecer a ideia lógica de que primeiramente devemos construir um tipo de mapa em nossa mente e colocar em prática tudo aquilo que planejamos, verificando se esse pensamento coincide com a realidade.
Mas as regras do Senhor Palomar foram mudando ao longo dos tempos deixando que outros modelos de regras surgissem e mesmo assim não seria satisfatório, pois não seriam modelos perfeitos criando a imagem de comportamentos homogêneos.
Palomar desejava se possível transformar uns aos outros combinando pensamentos para encontrar aquele que se adaptasse a realidade, deixando o pensamento aberto para novas ideias, buscar novos conhecimentos, acabar com preconceito, conhecer as necessidades e especialidades de cada aluno e cada pessoa, Podendo assim trabalhar com práticas pedagogas tendo um bom aproveitamento no ambiente de convivência. Por mais que em uma sala de aula exista muitos alunos deve-se aproveitar cada potencialidade do aluno, pois resta também ao pedagogo saber trabalhar com cada tipo de dificuldade, explorando o saber do aluno e aprofundando cada fase do conhecimento.
O professor antes de se apresentar na sala de aula precisa ter uma compreensão para entender as barreiras que impedem o desenvolvimento do aluno em diferentes ambientes sociais, mas infelizmente não existe uma regra clara que indique como trabalhar ou conviver com as diferenças dos alunos, mas existe uma maneira de começar a singularizar a qualidade do ensino e do bem estar de todos.
“Palomar apagou da mente os modelos dos modelos”, surgindo a partir dai o Atendimento Educacional Especializado (AEE) que designa um trabalho geral e especializado atendendo aos alunos com deficiência ou algum transtorno, então resumindo, podem trabalhar como Palomar, entendendo as práticas dos conhecimentos da parte dissente e docente da escola, elaborando projetos educacionais e construtivos na educação fazendo das dificuldades e barreiras, um motivo para continuar a lutar pela aceitação e o bem estar em geral, fazendo de toda sua experiência, sua regra de ensino.

domingo, 15 de junho de 2014






 RECURSOS E ESTRATÉGIAS EM BAIXA 


TECNOLOGIA PARA ALUNOS COM TEA



TGD
Os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) são distúrbios nas interações sociais recíprocas que costumam manifestarem-se nos primeiros cinco anos de vida. Caracterizam-se pelos padrões de comunicação e assim como pelo estreitamento nos interesses e nas atividades.
Os TGD englobam os diferentes transtornos do espectro autista, as psicoses infantis, a Síndrome de Asperger, a Síndrome de Kanner e a Síndrome de Rett.
Com relação à interação social, crianças com TGD apresentam dificuldades em iniciar e manter uma conversa. Algumas evitam o contato visual e demonstram aversão ao toque do outro, mantendo-se isoladas. Podem estabelecer contato por meio de comportamentos não verbais e, ao brincar, preferem ater-se a objetos no lugar de movimentarem-se junto das demais crianças. Os Transtornos Globais do Desenvolvimento também causam variações na atenção, na concentração e, eventualmente, na coordenação motora. Mudanças de humor sem causa aparente e acessos de agressividade são comuns em alguns casos. As crianças apresentam seus interesses de maneira diferenciada e podem fixar sua atenção em uma só atividade, como observar determinados objetos e suas ações são repetitivas.
Com relação à comunicação verbal, essas crianças podem repetir as falas dos outros, fenômeno conhecido como ecolalia - ou, ainda, comunicar-se por meio de gestos ou com uma entonação mecânica, fazendo uso de jargões.
 As estratégias para trabalhar com essas atividades é primeiro estabelecer rotinas em grupos para ajudar o aluno a incorporar regras de convívio social, são atitudes de extrema importância para garantir o desenvolvimento na escola. Há basicamente seis áreas em que trabalhamos a fim de se estimular e avaliar cada competência. São elas: Socialização, Linguagem (Emissão e Compreensão), Cognição, Cuidados Próprios, Motricidade. Também cabe ao professor identificar as potências dos alunos e investir em ações positivas que estimule a autonomia e faça o possível para conquistar a confiança da criança. Os alunos com TGD costuma procurar pessoas que sirvam como porto seguro contando com ajuda dos profissionais responsáveis pela sala regular como também pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE), e encontrar essas pessoas na escola é fundamental para o desenvolvimento dos mesmos.
Boa parte dessas crianças precisa de ajuda na aprendizagem, visualmente é outra ação que ajuda no processo de aprendizagem desses alunos dessa forma precisa fazer ajuste nas atividades sempre que for necessário. 
 Esses são os Materiais Pedagógicos utilizados para desenvolvimento das habilidades dos alunos com TGD.








 


 





Essas atividades são para o professor desenvolver com o aluno com TGD e também com os colegas da sala regular.


Os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) são distúrbios nas interações sociais recíprocas que costumam manifestarem-se nos primeiros cinco anos de vida. Caracterizam-se pelos padrões de comunicação e assim como pelo estreitamento nos interesses e nas atividades.
Os TGD englobam os diferentes transtornos do espectro autista, as psicoses infantis, a Síndrome de Asperger, a Síndrome de Kanner e a Síndrome de Rett.
Com relação à interação social, crianças com TGD apresentam dificuldades em iniciar e manter uma conversa. Algumas evitam o contato visual e demonstram aversão ao toque do outro, mantendo-se isoladas. Podem estabelecer contato por meio de comportamentos não verbais e, ao brincar, preferem ater-se a objetos no lugar de movimentarem-se junto das demais crianças. Os Transtornos Globais do Desenvolvimento também causam variações na atenção, na concentração e, eventualmente, na coordenação motora. Mudanças de humor sem causa aparente e acessos de agressividade são comuns em alguns casos. As crianças apresentam seus interesses de maneira diferenciada e podem fixar sua atenção em uma só atividade, como observar determinados objetos e suas ações são repetitivas.
Com relação à comunicação verbal, essas crianças podem repetir as falas dos outros, fenômeno conhecido como ecolalia - ou, ainda, comunicar-se por meio de gestos ou com uma entonação mecânica, fazendo uso de jargões.
 As estratégias para trabalhar com essas atividades é primeiro estabelecer rotinas em grupos para ajudar o aluno a incorporar regras de convívio social, são atitudes de extrema importância para garantir o desenvolvimento na escola. Há basicamente seis áreas em que trabalhamos a fim de se estimular e avaliar cada competência. São elas: Socialização, Linguagem (Emissão e Compreensão), Cognição, Cuidados Próprios, Motricidade. Também cabe ao professor identificar as potências dos alunos e investir em ações positivas que estimule a autonomia e faça o possível para conquistar a confiança da criança. Os alunos com TGD costuma procurar pessoas que sirvam como porto seguro contando com ajuda dos profissionais responsáveis pela sala regular como também pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE), e encontrar essas pessoas na escola é fundamental para o desenvolvimento dos mesmos.
Boa parte dessas crianças precisa de ajuda na aprendizagem, visualmente é outra ação que ajuda no processo de aprendizagem desses alunos dessa forma precisa fazer ajuste nas atividades sempre que for necessário. 
 Esses são os Materiais Pedagógicos utilizados para desenvolvimento das habilidades dos alunos com TGD.








 


 





Essas atividades são para o professor desenvolver com o aluno com TGD e também com os colegas da sala regular.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

A DIFERENÇA ENTRE DMU ESURDOSEGUEIRA



A diferença entre surdocegueira e a DMU é que a surdocegueira é uma deficiência única, em que o indivíduo apresenta ao mesmo tempo perda da visão e da audição, e, sendo assim, é considerado surdocego a pessoa que apresenta essas duas limitações independente das perdas auditiva e visual. Assim sendo, se a surdocegueira for congênita ou adquirida ainda não é considerada deficiência múltipla. Pois segundo as leituras realizadas, ‘’as pessoas sudocegas estão divididas em quatro categorias: pessoas que eram cegas e se tornaram surdas; pessoas que eram surdas e se tornaram cegas;  pessoas que se tornaram surdocegos; pessoas que nasceram surdocegos, ou se tornaram surdocegos antes de terem aprendido alguma linguagem’’ Já a deficiência múltipla é quando uma pessoa apresenta mais de uma deficiência, é uma condição heterogênea que identifica diferentes tipos de pessoas.
As pessoas com deficiência múltipla apresentam características específicas, individuais, singulares e não apresentam necessariamente os mesmos tipos de deficiências mental e auditiva; deficiência auditiva e autismo e outros.
Portanto, existem necessidades específicas para que as pessoas com esse tipo de deficiência tenha acesso à educação, lazer e oportunidade de questionar, bem como a uma vida social tornando um ser humano capaz de viver com independência em todo o seu em todo o contexto social.

ROWLAND Charity e SCHWEIGERT Philip - Soluções Tangíveis para Indivíduos Com Deficiência Múltipla e ou com Surdocegueira. Apostila In mimeo. Tradução Acess. Revisão: Shirley R. Maia - 2013