domingo, 20 de outubro de 2013

Atividades para deficiêntes Intelectuais



 

ATIVIDADES PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL


     A deficiência intelectual, assim como qualquer criança, deve pertencer ao ambiente escolar. A escola deve proporcionar uma educação voltada para sua habilidade e não exaltar as suas dificuldades. Acriança ver seu aprendizado se concretizar, devemos dar a ela um tempo maior oferecendo atividades ricas que o levem a construir seu conhecimento. Segundo Vygotsky, as leis que regem o desenvolvimento da pessoa com deficiência mental são as mesmas que regem o desenvolvimento das demais pessoas. Para ele, a criança cujo desenvolvimento foi comprometido por alguma deficiência, não é menos desenvolvida do que as crianças ditos norma.
    Para desenvolvê-lo uma atividade, a professora de AEE precisa do auxílio da orientadora educacional.


 

      Os deficientes intelectuais usam o software Participar, que auxilia na alfabetização de crianças, jovens e adultos, está disponível nas 650 escolas públicas do Distrito Federal e em todos os Estados do País. A tecnologia foi desenvolvida por pesquisadores da UnB (Universidade de Brasília) e tem sido aprovada pelos professores que utilizam o sistema. O exemplo da Rosineide Santana de Araújo, mãe de Letícia.
     “Antes ela representava as palavras com desenhos”, afirma Silvana. Após os exercícios com o Participar, Letícia entende que para escrever é necessário utilizar letras e que a palavra tem grafias diferentes. “Ela já está partindo para o nível da escrita”, garante a professora. Silvana acredita que a evolução da menina não é resultado apenas da utilização constante do software. “Eu lutei muito pela minha filha”, conta Rosineide.
O professor da sala de recursos deve usar esse meio de tecnologia para poder auxiliar seu aluno com mais eficiência, trazendo novas sugestões de novas funcionalidades e lições.
“O software abrange todos os níveis de escrita e todas as dificuldades”, informa a professora Silvana. A iniciativa que deu certo no Brasil agora será exportada para outro continente. “A Divisão Educacional do Ministério das Relações Exteriores está intermediando as negociações pra que o software seja implantado em escolas de países africanos de língua portuguesa”, conta Wilson Veneziano, coordenador do projeto.
As tecnologias para DI tornam-se algo indispensável para a sala de recursos e para o ensino regular, numa perspectiva de desenvolver o aluno na escola regular e na vida no dia-a-dia.
Quanto ao professor do AEE, esse deve ser um observador, um mediador da comunicação do Deficiente Intelectual, adaptando o material pedagógico, fazendo uma organização do tempo, da mobília e do espaço do AEE.
Já com o aluno, o trabalho deve ser registrado para que esse conheça às necessidades dos mesmos, selecionando os recursos a serem utilizados tanto na sala de aula regular quanto no atendimento. Estes recursos serão observados e se verificará se realmente estão surtindo efeito.
            Em suma, as tecnologias gnificam um avanço para o trabalho com o AEE, e precisam ser aceitas pelos professores e pela própria escola.

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